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27/01/2012
Uma feira para marceneiros
Uma feira para marceneiros é o que anuncia a empresa Futura Feiras para a primeira semana de maio deste ano no Serra Park de Gramado. Acontece que não existe nada específico para estes e outros profissionais que trabalham e produzem com madeira: carpinteiros, decoradores, arquitetos, paisagistas, fabricantes de móveis e engenheiros civis. Apesar da crescente e variada oferta de móveis prontos, os marceneiros são cada vez mais procurados para fabricar móveis personalizados, pelo tamanho dos imóveis ou exclusividade do mobiliário, lembram os diretores da Futura, Nílvia Röhrig e Roque Justen. A feira irá apresentar máquinas, vários tipos de madeiras, ferragens, componentes e serviços.
Fonte > Jornal do Comércio
07/11/2011
Por que não um marceneiro?
Bastante valorizado no passado, serviço do profissional vem sendo trocado por empresas de móveis planejados
A concorrência pesada das grandes lojas de móveis planejados deixou esquecido um profissional bastante valorizado antigamente. Praticamente um artesão, o marceneiro vem sumindo do mercado, principalmente para a realização de serviços maiores, como construir armários. E isso tem uma explicação.
Para o arquiteto Salim Adib, que utiliza móveis de marcenaria na maioria de seus projetos, isso acontece principalmente pela facilidade de pagamento oferecida pelas empresas. “A diferença de preço entre lojas especializadas e marcenaria é gritante. Apesar de cobrarem bem mais barato, os marceneiros não conseguem parcelar o valor do projeto em até dez vezes, por exemplo”, explica.
No entanto, a maioria das empresas utiliza móveis modulares para compor ambientes. Isso significa que o cliente tem liberdade de escolher apenas entre os modelos disponíveis na loja para adaptar ao espaço reservado em casa. “O maior problema desse tipo de modulação é que eles são planejados com certa limitação, o que muitas vezes resulta em perda de espaço para o consumidor”, analisa.
Marceneiros costumam ser mais liberais e detalhistas com as ideias dos clientes, além de priorizar o preenchimento de espaços, mas não são bons planejadores. Isso significa que, se você não tem em mente o que (e como) quer mudar em casa, é melhor buscar a ajuda de um profissional para levar o projeto pronto ao marceneiro.
Vale lembrar que o tipo de madeira influencia na qualidade do material, mas nem sempre a maciça é a melhor. “A madeira compensada não desvaloriza o móvel e deve ser usada sempre que necessário.”
27/10/2011
Governo garante acesso de marceneiros ao Desenvolvimento Regional Sustentável do Banco do Brasil
"Hoje está se concretizando uma promessa que renova nossas esperanças." A afirmação do marceneiro Jamil Vieira traduz o sentimento de otimismo dos marceneiros acreanos com o programa de fortalecimento do setor, desenvolvido pelo governo do Estado.
Na terça-feira, 25, o Banco do Brasil liberou recursos da linha de crédito do programa de Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS) para 35 marceneiros de Rio Branco. O dinheiro será utilizado para capital de giro para aquisição de matéria-prima e outros produtos necessários ao funcionamento dos empreendimentos.
São linhas de crédito de até R$ 5 mil que serão pagas em 60 meses com juros de 0,95% ao mês. "Isso representa acesso a um bom crédito, que será fundamental para garantir novo ânimo ao setor. Com esse dinheiro vamos melhorar nossa produção e, assim, fazer novos investimentos", disse o marceneiro Manoel Braz.
O representante do Banco do Brasil, Manoel Gerônimo, lembrou que a liberação do crédito marca o início de um relacionamento entre a instituição e os marceneiros. Ele afirmou que a intenção é de que novas transações sejam realizadas, visando sempre o fortalecimento do setor.
"Esse é o primeiro passo para iniciarmos uma grande parceria entre o Banco do Brasil e os marceneiros. Tenho certeza de que daremos outros passos importantes, ajudando assim para que sejam feitos novos investimentos no setor", afirmou.
A parceria entre o Banco do Brasil e os marceneiros foi firmada em julho, durante a Expoacre, depois de um pedido do secretário Edvaldo Magalhães, que pediu apoio da instituição para ajudar o setor marceneiro e moveleiro do Estado.
Os recursos já estão disponíveis nas contas dos marceneiros, que já podem utilizar como capital de giro. A Sedict auxiliou na documentação e outros passos para abertura das contas, possibilitando assim a liberação da linha de crédito.
"Estamos olhando com carinho para o setor", afirma Edvaldo
Além da liberação da linha de crédito, o secretário Edvaldo Magalhães anunciou que, dos 118 empreendimentos do setor que tinham problemas com a legalização, mais de 70 já estão legalizados e os demais já estão em fase de conclusão.
Isso garante, segundo ele, uma reivindicação dos marceneiros, que sempre enfrentaram dificuldades para legalizar seus empreendimentos. "Por determinação do governador Tião Viana, visitamos cada marcenaria, conversamos com os proprietários, identificarmos os problemas e buscamos soluções. Queremos até o final do ano legalizar todos", disse.
Edvaldo também lembrou que um acordo com o Sindicato das Indústrias Madeireiras do Acre garantiu acesso a madeira legalizada, no valor de R$ 400 o metro cúbico, para os marceneiros.
"Não podemos esquecer a lei de compras governamentais, que já foi sancionada pelo governador Tião Viana e que estabelece que todo o mobiliário de secretarias seja comprado das marcenarias locais. Estamos cumprindo cada acordo firmado com o setor", concluiu.
28/09/2011
Homem transforma garagem em marcenaria e vê negócio crescer
O marceneiro Marcos Antonio da Silva manobra com cuidado antes de começar um novo dia de trabalho. Sai o carro, entram as máquinas.
O carro na garagem é um sinal do progresso. O marceneiro Marcos Antonio da Silva manobra com cuidado antes de começar um novo dia de trabalho. Sai o carro, entram as máquinas. A garagem apertada se transforma em uma pequena marcenaria. Marcos faz móveis sob medida junto com o sócio e três funcionários. “No começo foi muito difícil porque esse é um mercado muito disputado”, conta.
Já faz 23 anos que ele desistiu de trabalhar como empregado, com carteira assinada e salário fixo. Foi por pura necessidade. Marcos decidiu dar um passo no escuro. E deu certo. Na marcenaria, não falta serviço. Ele e os colegas não têm mais a preocupação típica de quem trabalha sem salário fixo. Aliás, quem disse que eles não têm salário fixo?
“Chega no final do mês, nós separamos uma quantia para manter a marcenaria, luz... e nós estabelecemos um salário para cada um”, explica Marcos.
Todos, inclusive Marcos, recebem exatamente o mesmo valor: cerca de R$ 3 mil por mês. “Antigamente, eu não tinha nada, não tinha casa, não tinha carro, não tinha nada. Agora, nós temos carro para passear, temos carro da marcenaria para entregar”, comemora.
Agora, aos 50 anos, o marceneiro acha que chegou a hora de dar um novo passo: tirar a marcenaria da garagem, ir para um espaço maior, contratar mais funcionários e aumentar a produção. Quem sabe no ano que vem. “Eu tenho sonho de montar uma empresa e assinar a carteira dos que estão comigo”, ri.
Depois de um dia de trabalho, a marcenaria volta a ser garagem. Marcos vai para casa... no andar de cima. Ele é casado com a manicure Maria Cristina Mateus, que é manicure. Ela ganha salário fixo, mais uma comissão: no fim do mês tira em torno de R$ 1 mil. Enquanto a marcenaria ainda engatinhava, Cristina teve que fazer muitas unhas para dar conta da despesa da casa. Tempos difíceis.
Fonte: Globo Repórter
01/08/2011
Tião Viana lança na Expoacre lei que beneficia marceneiros
O governador Tião Viana sancionou, na noite desta quarta-feira, 27, lei que estabelece que todo mobiliário dos órgãos públicos estaduais sejam adquiridos dos marceneiros e moveleiros acreanos.
O evento aconteceu no novo espaço no parque de exposições Marechal Castelo Branco, criado para abrigar os moveleiros do Estado na 39ª edição da Feira de Negócios e Entretenimento (Expoacre). O espaço é administrado pela Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac).
No mesmo evento, foram entregues licenças ambientais que permitem os marceneiros e moveleiros trabalharem atendendo a todas as exigências legais. Também na mesma solenidade, o Banco do Brasil lançou linha de crédito para atender os empresários do setor.
Tião Viana disse aquele momento representa uma “bonita página da história do Acre que está sendo inscrita por todos vocês que estão aqui”. O governador disse que a partir de agora os marceneiros e moveleiros do Acre têm uma licença que dura por quatro anos, ao mesmo tempo em que podem se beneficiar da redução do preço da madeira, que antes tinha um custo de R$ 600 o metro quadrado e agora foi reduzido para R$ 400. “Eles têm tudo isso que lhes permite produzir dentro da legalidade e têm o governo que está comprometido em compra sua produção”, afirmou.
Domingos Sávio, presidente da Central de Cooperativas de Marceneiros do Acre, Domingos Sávio, elogiou o empenho da equipe do governo do Estado que realizou o trabalho de licenciamento das marcenarias e movelarias e de elaboração da lei que garante a compra de móveis para atender a linha de mobiliário dos órgãos públicos.
Sávio entregou ao presidente do Banco do Brasil, a documentação de 34 empresários do ramo que estão se cadastrando ao microcrédito que oferecido pela instituição.
04/07/2011
Peças com madeira de demolição conquistam o mercado
O catarinense Ronaldo de Pieri é marceneiro autodidata que resgata peças antigas e reaproveita materiais de demolição. Em época de sustentabilidade ambiental, essa forma de trabalho, além de ser uma proposta ecológica, significa valorizar uma história, resgatando o passado para compor o presente.
Tudo começa pela procura de casas antigas, depois ela é desmanchada e, aos poucos, vai se tornando diferentes móveis decorativos. Ronaldo garante que quando encontra uma casa antiga, imagina as peças que possam ser criadas. “Quando vou comprar uma casa que está para ser demolida e vejo as madeiras, a forma como ela foi se modificando ao longo dos anos, eu já imagino que tipo de peça poderei fazer com aquele material”.
Como começou
Ronaldo trabalhou como bancário até 1995. “Eu gostava, mas não era algo que me deixava realizado, trabalhei no banco por dez anos e surgiu a oportunidade de sair e foi quando eu pensei em colocar algo para mim”.
Em 1996 ele e a família mudaram para Jaguaruna (SC), próximo à BR 101. “Quando viemos morar aqui, começamos a trabalhar com peças de artesanatos e produtos de coloniais, mas eu sempre gostei de mexer com madeira e, aos poucos, fui fazendo algumas peças”.
Ele conta que estava fazendo um banco e um senhor estacionou o carro e veio conversar com ele. “Eu estava aqui fazendo um banco e esse senhor chegou e perguntou se eu não poderia fazer um armário para ele, eu disse que não tinha experiência e nem tão pouco as ferramentas necessárias. Ele insistiu, me trouxe a madeira e o projeto e eu acabei fazendo”, depois disso as encomendas não pararam mais. “A gente acabou parando com a venda de produtos coloniais e também com o artesanato e nos especializamos em móveis com madeira de demolição”, completa o marceneiro.
As peças
São diversas as peças que se pode encontrar em exposição no Casarão, mas o trabalho de Ronaldo não se restringe apenas a peças para casa, ele já realizou diversos trabalhos para lojas. “Especialmente lojas de surf e o bom é que eu tenho clientes que estão sempre retornando, isso, com certeza, é motivo de muita satisfação”.
Além disso, hoje Ronaldo conta com indicações de arquitetos. “Os arquitetos sugerem o uso da madeira como elemento decorativo em sua forma bruta e desgastada, ou com uma aparência mais moderna o material pode ser submetido a tratamentos que alteram a sua textura, brilho e aparência final. É comum sermos chamados para realizar revestimentos de colunas, lareira, churrasqueira, painel de TV, entre outras coisas”, salienta Ronaldo.
Madeiras utilizadas e equipe
As madeiras mais utilizadas são peroba, canela, cedro e guarapari, que precisam passar por vários processos manuais para ficar no ponto de serem transformadas em um móvel. “Para trabalhar com esse tipo de material, o marceneiro tem que gostar, a madeira tem veios, cores diferentes e você precisa ter um pouco da veia artística para que o trabalho fique bom”.
Hoje, com a agenda lotada de trabalho, Ronaldo conta com a colaboração de mais dois marceneiros para ajudar nos pedidos. “Não é fácil encontrar mão de obra para esse tipo de trabalho, é um serviço que requer paciência e gosto pelo que se está fazendo”, conclui.
Redação Folha Regional
06/06/2011
Faltam marceneiros para a finalização dos imóveis
O boom da construção civil iniciado há quatro anos começa a chegar aos segmentos ligados a um segundo momento, o da entrega dos compradores. Nos últimos 18 meses, encontrar marceneiros e estofadores virou um trabalho de garimpagem.
Estes profissionais, requisitados para preparar a finalização dos imóveis para receber o novo dono, estão sendo disputados no mercado. Para se ter uma ideia, em um ano (maio de 2010/ maio de 2011) 3.372 vagas foram ofertadas pela Agência do Trabalhador e apenas 659 foram preenchidas.
Na região de Curitiba, o Simov-PR representa 1.400 empresas que empregam cerca de 10 mil pessoas. No Paraná, são 2.500 empresa onde atuam 30 mil trabalhadores. O presidente do Simov conta que os prazos são reflexos da demanda do setor. Ele revela que as pequenas e médias empresas têm trabalhado com um prazo de 30 a 60 dias para a entrega dos móveis encomendados. Já as micro, formadas geralmente por um marceneiro e um ou dois ajudantes, tem atuado com prazos maiores, que oscilam entre 4 e 6 meses. “Mas a automação não resolve muito o problema da falta de mão de obra, uma vez que na montagem e no acabamento não há equipamentos capazes de substituir a mão de obra humana”, diz.
Esse é o caso do marceneiro José Leite, que tem a agenda comprometida até novembro deste ano. Como não encontra mão de obra qualificada, Leite revela que está investindo em maquinário e ampliou o horário do expediente. “Estamos trabalhando das 7h30 às 20 horas, e nos sábados, até as 16 horas, e dependendo do caso, às vezes até aos domingos”, conta.
Para Leite, houve um aumento de 30% na demanda pelos seus serviços. Ele conta que trabalha com arquitetos, executando os móveis projetados para cada ambiente. Atuando no segmento de móveis sob medida, Leite revela que antes os pagamentos eram feitos em duas vezes — 50% na encomenda e 50% na entrega. “Agora tem muita gente parcelando em até 4 vezes ou mais e, se você não trabalhar assim, fica fora do mercado”, conta.
20/05/2011
Micro e pequenas empresas apresentarão as novidades em móveis sob medida
A personalização e a qualidade dos móveis sob medida produzidos por micro e pequenas empresas de Caxias do Sul (RS), estarão em destaque durante a 4ª Mostra do Mobiliário. O evento, realizado a cada dois anos, ocorre de 02 a 19 de junho, na Praça de Eventos do Shopping Iguatemi Caxias e apresentará o conceito de personalização em móveis, adaptado ao estilo de cada cliente.
A mostra é composta por 11 empresas do núcleo setorial da Microempa, denominado Grupo Empresarial do Mobiliário de Caxias do Sul. Conforme o coordenador da Mostra, Anderson dos Santos, durante o evento, o público terá a oportunidade de conhecer novidades na linha de móveis sob medida comerciais e residenciais, com o diferencial de poder contatar diretamente com o fabricante.
Cada empresa expositora contará com 20 m², ambientados. As empresas também irão apresentar novidades em matérias-primas e técnicas distintas de utilização, abordando aspectos de sustentabilidade que poderão ser observados em produtos de longa duração confeccionados com uma estética mais limpa, utilizando-se de cores que remetem à natureza. O evento conta com a chancela da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, dentro do programa Empreender Competitivo e do SEBRAE/RS. Na última edição, a Mostra reuniu 56 mil visitantes, contabilizando 64 negócios fechados.
Este é um bom exemplo a ser seguido por outras cidades como forma de contribuir para promoção do trabalho dos marceneiros.
13/05/2011
Antônio Carlos restaura móveis
Antônio Carlos Salomoni, 62, passou por diversos ramos de atividades antes de restaurar móveis antigos. "Tentei muitas coisas. Bar, distribuidoras de álbuns e figurinhas, lojas de calçados, mas nada deu certo, até que vim para a marcenaria", conta, enquanto lixa e enverniza uma portinha de armário.
Com toda a modernidade disponível para o seu ramo, o morador do bairro São José, em Ribeirão Preto (SP), prefere trabalhar manualmente. "Faço como faziam antigamente, trabalho artesanal para restaurar os móveis que são 100% de madeira". Ele ressalta que não trabalha com os materiais que ele chama de "modernos", como MDF, aglomerados e compensados.
"Esse trabalho é cada vez mais difícil de achar. Minucioso e muito trabalhoso", diz o marceneiro, que já restaurou móveis com mais de 100 anos. "É um trabalho prazeroso e gratificante".
(Fonte: Jornal A Cidade)
11/04/2011
Saindo de trás da máquina
Para a indústria ganhar dinheiro é indispensável haver qualidade e produtividade. Cada vez mais, competir requer competência. Foi-se o tempo em que os clientes pagavam a conta com a incompetência empresarial embutida nos preços de venda.
Hoje, nem o mais sofisticado marketing salva a empresa desorganizada. Até porque um bom marketing tem atrás de si um excelente produto ou serviço. Qualidade é o que o cliente pensa que é. Quem julga o que é ou o que não é qualidade é o cliente. Como queremos o dinheiro do seu bolso, que ele dá para quem ele quer, nada mais justo do que "dançarmos conforme a música", fazendo um produto ou serviço como ele deseja e aprova.
Dentro da empresa só existem custos, o lucro está fora dela. Por isso, há cada vez mais necessidade dos produtos e serviços serem criados de fora para dentro das organizações. Isso exige uma nova postura dos dirigentes. Implica em tirar o macacão de fábrica e realizar o papel de relações públicas da empresa, estabelecendo vínculos com o mercado.
Nada muda se você não mudar. Empresa em que o dono "não sai de trás da máquina" dificilmente conseguirá crescer. Quando o dono do negócio se torna o "sabe-e-faz-tudo" e orgulha-se de ser um "Bombril, mil e uma utilidades" do seu empreendimento, torna-se vítima de uma inversão dos papéis, passando a ser comandado pelos subordinados, pois os empregados acabam delegando de baixo para cima.
Mas afinal, por que os dirigentes devem sair de dentro das empresas? Porque somente assim poderão:
- Ver a empresa de fora para dentro
- Comparar-se com outras empresas e perceber melhor os seus pontos fortes e identificar
suas debilidades
- Observar tendências, oportunidades e ameaças que impactam no seu negócio
- Ouvir a voz do mercado
- Fidelizar clientes
- Desenvolver fornecedores
- Prospectar novos clientes
Se você não é o maior, procure ser o melhor. Empresa de pequeno porte precisa fomentar nos seus colaboradores o comprometimento, a polivalência e o empreendedorismo. Se uma empresa tem 100 funcionários, esta depende teoricamente de 1% do esforço de cada empregado. Mas, o que dizer da micro e pequena empresa que possui apenas três funcionários? Esta teoricamente depende em 33,33% de cada funcionário. Isso mostra o quanto maior deve ser o cuidado dos empresários das pequenas empresas na hora de contratar.
Como as instituições não dão conta de fornecer a mão-de-obra qualificada no volume e velocidade que as organizações demandam, restam às empresas que querem crescer tornarem-se experts na contratação, integração e desenvolvimento das pessoas.
Por Soeli de Oliveira, consultora e palestrante das áreas de Marketing, Varejo, Atendimento e Motivação
04/04/2011
Bambu beneficia comunidade rural
Projeto de extensão da Faculdade de Engenharia da Unesp de Bauru abre possibilidades a assentados do Horto Aimorés
JC Net
A versatilidade do uso do bambu tem garantido uma alternativa de renda a trabalhadores rurais do assentamento do Horto Aimorés. Eles são atendidos por um projeto de extensão coordenado pelo engenheiro agrônomo Marco Antônio dos Reis Pereira, professor da Faculdade de Engenharia (FE), câmpus de Bauru.
Neste mês, a comunidade iniciará as obras de uma marcenaria no local. O barracão será quase todo constituído de bambu, taipas e pneus usados. Apenas a parte externa será rebocada - o interior deixará à mostra o caule da planta.
Quando a estrutura estiver pronta, os assentados não precisarão mais se deslocar até a Universidade para realizar seus trabalhos. Os alunos também passarão a visitar mais o assentamento, o que permitirá uma interação maior com a comunidade em outras áreas.
“Nosso objetivo é incluir cada vez mais estudantes e pesquisadores de diferentes cursos”, afirma Pereira. A equipe é multidisciplinar e conta, hoje, com 15 estudantes de arquitetura, design, biologia, psicologia e engenharias mecânica e civil. A cada ano, graduandos se formam e deixam o grupo e outros são selecionados para ingressar.
Móveis, fruteiras, vasos, copos, talheres e luminárias são algumas das obras confeccionadas. Os jovens e os trabalhadores rurais trocam conhecimento para fabricar as peças. Algumas são concebidas pelos assentados e se tornam mais sofisticadas com sugestões dos alunos. Em outros casos, há minicursos oferecidos aos artesãos, que aprendem a fazer determinados objetos. A produção é vendida em feiras municipais de Bauru e cidades vizinhas.
“A cada dia descobrimos um novo uso para o bambu e mais famílias são capacitadas para esse trabalho”, afirma o artesão José Maria Rodrigues, morador do assentamento Aimorés. Ele relata que a Universidade doou mudas do vegetal para serem plantadas no local, o que já permitiu iniciar também o cultivo do broto de bambu, um alimento popular na Ásia e já bastante procurado pelo consumidor brasileiro.
Criado em 1990, o Projeto Bambu tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e do programa Universidade Solidária, do Banco Santander. Parte dos estudantes também recebe bolsa de iniciação científica da Pró-Reitoria de Pesquisa e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). A ação deu origem a dois grupos de trabalho: o Viverde, composto por estudantes e professores da Unesp, e o Taquara, que inclui agricultores, além de integrantes do próprio Viverde. É possível obter detalhes sobre as peças fabricadas por eles no site www.flickr.com/photos/grupoviverde/.
04/04/2011
Marcenarias podem acabar sendo 'extintas' do mercado no estado
As marcenarias caminham para o falecimento em Mato Grosso e a ‘extinção’ deve-se ao crescimento do mercado de móveis planejados, que exporta os produtos e a matéria-prima, o MDF (placa de fibra de madeira de média densidade), feitos pelas grandes indústrias moveleiras de estados como São Paulo e Rio Grande do Sul. Outro fator que tem contribuído para o fim do segmento é a falta de mão de obra qualificada para atender ao mercado.
O empresário e vice-presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Mobiliário do Estado de Mato Grosso (Sindimóvel), Nivaldo de Almeida Carvalho Júnior, destaca que o setor moveleiro sofreu uma revolução a partir da entrada do MDF no mercado mato-grossense.
O produto não existe no estado e atualmente apenas uma fábrica de móveis planejado foi montada em Cuiabá, porém é obrigada a competir com as grandes indústrias nacionais. Nivaldo é dono da Dunitz e ainda insiste em manter uma marcenaria em Várzea Grande, mas confessa que acabou se rendendo ao segmento de móveis planejados e compra os produtos de outros estados.
“Rendi-me aos móveis planejados e todos vêm de fora. Tenho a marcenaria, mas para a produção de outros tipos de móveis. Lá fabrica de tudo, mas focamos os trabalhos naqueles móveis que a indústria do planejado não faz, como mesas de centro e de escritórios”, contou em entrevista ao Olhar Direto.
Segundo Almeida, esses móveis feitos pela sua marcenaria são possíveis, pois ainda conseguem manter um preço competitivo no mercado, pois são diferentes. Ele destaca que o MDF, os móveis de cerejeira e madeira maciça acabaram sendo deixados de lado pela sociedade, que entrou nos planejados qualidade, beleza e preço. Além disso, os móveis sob medida atendem à necessidade do cliente e são projetos para o ambiente, dando mais satisfação.
Outro ponto colocado em discussão pelo sindicalista é a falta de mão de obra. Muitos marceneiros optaram por trabalhar como autônomos nas montagens dos móveis e acabaram também tornando um concorrente, em potencial, das lojas. Enquanto isso, os jovens não se interessam pelo serviço e preferem trabalhar em escritórios ou como office boys, mesmo encontrando um salário melhor no ramo moveleiro.
Pela regra da oferta e demanda, o profissional marceneiro passou a ser mais valorizado, uma vez que faltam bons profissionais no mercado. “Os mais antigos resolveram ser autônomos e tornaram concorrente das lojas e os jovens não se interessam mais por este tipo de serviço”, conta, ao lembrar que os cursos oferecidos pelo Senai-MT na área de marcenaria acabam ficando vazios, devido ao desinteresse
(Fonte: Olhardireto)
01/04/2011
Móveis rústicos, gestão avançada
Fonte: Sebrae-MG
Casas demolidas emprestam seus pedaços para novas criações nas empresas de Passos
Aumento de produtividade nas empresas, mais competitividade e melhor logística de trabalho dentro das fábricas são alguns dos resultados alcançados por 18 empresários do setor moveleiro de Passos, que participam do Programa de Alavancagem Tecnológica do Sebrae (PAT). Eles estão implantando mudanças em suas fábricas e aumentando a capacidade de produção a partir de processos tecnológicos que aprenderam no curso. Implantado em Passos em 2009, o programa estimula a criação e a sustentação dos pequenos negócios, por meio de ações continuadas em gestão industrial e em capacitação empresarial.
O empresário Claudinei Lopes Bonfim, dono da Independência Móveis, participou da primeira turma do PAT e já implantou parte do programa. “A estrutura da empresa favorece a aplicação de toda a metodologia de produção proposta e já conseguimos aumentar o aproveitamento da matéria-prima, diminuindo o desperdício em pelo menos 10%”, afirma.
A ideia de aplicação do programa, segundo ele, é organizar a matéria-prima próxima ao setor de produção, para evitar perda de tempo. “Podemos aumentar a produção com o mesmo número de pessoas, através da organização do espaço em uma sequência de produção”, explica Claudinei, que produz uma média de 600 peças por mês. A meta é aumentar este número para 1.400 peças, tão logo seja implantado o programa nas novas instalações da fábrica, que trabalha especificamente com madeira de demolição.
O mesmo entusiasmo está presente no dia a dia de trabalho na empresa de Luiz Rogério Ferreira, que abriu sua fábrica de móveis rústicos – Branco Móveis Rústicos - há oito anos. Ele afirma que sua história está dividida em duas etapas: “antes do Sebrae e depois do Sebrae”, diz o empresário, orgulhoso do diploma que ostenta na parede e que, segundo ele, é hoje o seu maior diferencial. “Quando entra um cliente aqui em meu escritório e vê que eu fiz curso no Sebrae, vai logo dizendo que isto é uma grande referência.
Eles valorizam mais o meu trabalho, dá mais credibilidade ao meu negócio. Antes eu saia para vender, hoje saio para entregar”, conta. Antes de participar do PAT, Luiz Rogério tinha apenas dois clientes e vendia um caminhão de mercadoria por mês. Hoje os clientes aumentaram para seis e a produção está lotando três caminhões/mês. O número de funcionários dobrou - de seis para doze - e ele comprou duas máquinas novas. Sem contar a produção, que ficou em média 40% maior. A empresa Branco Móveis Rústicos é pioneira na exportação de pisos para restauração de casas, vilas e castelos na Itália.
Na Oficina de Artes Móveis Rústicos, de Liliane e Luidy Ribeiro de Almeida, as mudanças começaram na organização administrativa. Um espaço exclusivo foi criado para abrigar o escritório da empresa, que antes do PAT não existia. A estrutura física foi reorganizada e a logística na distribuição dos trabalhos entre os funcionários também. “Aprendemos a aproveitar os funcionários dentro das características produtivas de cada um. Isto já é um grande diferencial”, afirma Liliane. A empresária afirma que sua produção cresceu aproximadamente 20% e que a expectativa é aumentar ainda mais este número. “De pedidos, a gaveta está cheia”, garante.
Modernidade de processos
De acordo com Andréa Furtado, coordenadora estadual do PAT, o programa em Passos obteve resultados excelentes com aproveitamento real nas empresas das técnicas ensinadas durante o curso. “Os empresários entenderam o objetivo do PAT. Buscaram eliminar os gargalos em suas empresas e o aumento da produtividade foi imediato. Este é o objetivo do Sebrae”, aponta Andréa.
A coordenadora salienta que o grande diferencial do programa é que os empresários têm, a sua disposição, um consultor particular que verifica “in loco” as mudanças nas empresas e indica se ainda é preciso ajustes. “O empresário aprende na sala de aula os conceitos e como dever de casa, leva para a empresa o que precisa ser feito. O consultor acompanha estes processos e dá orientações individualizadas de acordo com cada caso”, explica.
Fabiana Rodrigues Rocha, analista do Sebrae-MG em Passos, diz que há planos de aumentar a abrangência do PAT no município. Ela informa que uma nova turma, desta vez com os empresários da confecção, está sendo formada para iniciar os trabalhos em agosto. A parceria é com a Associação Passense das Indústrias de Confecção (Apicon).
Mais mercados
Um dos desafios do polo moveleiro de Passos é a capacitação de mão de obra. Segundo o coordenador do projeto, Ricardo Andrade, um passo nesse sentido será dado com a oferta de cursos no setor pelo IFET – Instituto Federal Tecnológico (antigo CEFET). “Passos será a 2ª cidade do Brasil a ter um curso voltado para cadeia produtiva de móveis”, anuncia o coordenador.
De acordo com Andrade, a produção de Passos é comercializada em São Paulo, tanto capital como interior, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Belo Horizonte e, em menor quantidade, para o Nordeste. “A maioria dos compradores são lojistas que revendem para o consumidor final. Através da parceria com o Sebrae -MG e o apoio da Prefeitura e do Governo Federal, os moveleiros pretendem prospectar e ampliar o mercado para seus produtos”, finaliza.
Novo ciclo da madeira
A indústria moveleira do município tem um grande potencial de crescimento econômico. Para organizar e melhorar o setor, a Prefeitura Municipal de Passos começou um projeto de reconhecimento do polo moveleiro e buscou a parceria do Sebrae -MG para consolidar o projeto.
O assessor de gabinete da Prefeitura Gleisson Oliveira Bueno, é um dos coordenadores na organização do setor e afirma que os móveis passenses já conquistaram o mercado e são destaque na utilização pioneira de madeira de demolição, considerada ecologicamente correta pelo reaproveitamento. “Antigamente madeiras nobres como peroba rosa eram queimadas, hoje são reaproveitadas em móveis”, explica Gleisson.
De acordo com ele, o Estado do Paraná é o grande fornecedor das empresas passenses e um dos mais ricos nesse tipo de madeira, em virtude da sua tradicional arquitetura. Recuperada de antigas construções como casarões de fazendas, a madeira de demolição tem história, tem vida. Nas ranhuras, marcas de pregos, restos
de tintas e em seus nós, é quase possível “ver” a história e nobreza dela.
Polo moveleiro
• Número de empresas fabricantes de móveis: 140
• Linha de móveis produzida: rústicos; rústicos com toque e acabamento moderno; móveis finos
modulados e móveis em alumínio para área de lazer
• Produção mensal - 28.000/30.000 peças por mês, variando entre cadeiras, armários, mesas e adornos
• Geração de 3000 empregos diretos

11/03/2011
Marcenarias conquistam prêmio internacional de design
Da Agência Sebrae de Notícias
Vinte e três empresas brasileiras, entre elas oito micro e pequenas, conquistam o Prêmio IF Product Design Award 2011, considerado um dos mais importantes e tradicionais de design do mundo. Os vencedores foram contemplados em nove categorias com 23 produtos, entre os 993 concorrentes. Nesta edição, o Brasil ficou entre os dez países mais premiados, desbancando Reino Unido, Canadá e Suécia.
Todos os produtos vencedores receberam o Selo de Excelência e terão as fichas técnicas divulgadas na Yearbook, publicação distribuída no mundo inteiro, com tradução em três línguas, e no site do iF (www.design.de). Os produtos também vão integrar, entre março e junho de 2011, em Hannover (Alemanha), uma mostra cuja média de visitantes gira em torno de 300 mil pessoas.
As empresas brasileiras fazem parte do programa Design Excellence Brazil (DEBrazil), cujo objetivo é promover a excelência da indústria no exterior. O programa é coordenado pelo Centro de Design do Paraná e conta com apoio do Sebrae e da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). “Hoje não existe um selo de certificação para design no mercado nacional. Premiações como o IF possibilitam dar a esses produtos vencedores o diferencial de mercado”, avalia a responsável pela área de Design do Sebrae, Elsie Quintaes.
Divididos em 16 categorias que abrangem as diversas possibilidades do design, a edição 2011 teve 2.756 produtos inscritos, de 43 países diferentes. A premiação ocorreu durante a feira de tecnologia alemã CeBIT, em Hannover, na semana passada. “Dos quase 300 trabalhos do DEBrazil, o comitê do programa selecionou 100 para serem inscritos no prêmio, dos quais 99 foram classificados como finalistas e 23 premiados”, explica a coordenadora de projetos do Centro de Design do Paraná, Ana Brum.
Produtos vencedores
Um dos destaques entre as microempresas foi a ‘Luminária Pau de Luz’, das paulistas Marcenaria ARTÍFICE e Brasil e DOMINICI. A luminária foi desenvolvida em pequena caixa de madeira com hastes de inox removíveis. O Cabide Click da microempresa Aska de Curitiba (PR) também levou o prêmio. Trata-se de um cabide flexível, que se fecha quando se pressionam suas extremidades e se abre ao se apertar um botão.

10/03/2011
Móvel planejado custa R$ 1 mil o metro
Diário do Grande ABC
O consumidor da região que optar por comprar móveis planejados para aproveitar cada espaço do apartamento pode preparar o bolso. As lojas do setor estão cobrando, em média, R$ 1.000 pelo metro quadrado, o que faz com que mobiliar um apartamento de 56 m², por exemplo, não custe menos do que R$ 50 mil, ou um terço do valor pago pelo imóvel. O preço leva em consideração um apartamento com dois quartos e cozinha.
A verdade é que com o boom imobiliário do último ano, as empresas reviram as tabelas e reajustaram em até 30% o valor cobrado anteriormente. E, nessa onda, o tamanho do apartamento é o que menos importa.
"É como comprar roupa de criança, quando você paga o mesmo por um vestido que gastaria para uma mulher, por exemplo. O que é levado em consideração aí não é o tamanho, mas o trabalho que demandará fazê-lo, a matéria-prima usada. Para cortar a chapa, se você corta 1 metro ou só 50 centímetros, o trabalho é o mesmo" avalia o presidente do Sindicato da Indústria de Móveis de São Bernardo e Região, Hermes Soncini.
Para justificar a situação, ele atesta que as empresas reviram preços por conta do aumento nos custos da matéria-prima. "Se pegarmos nossos insumos, de ferro, por exemplo, o aumento foi grande porque hoje existe um monopólio do metal. Dobradiças, aramados, chapas, vemos que todas tiveram alta. Além disso, temos apenas quatro ou cinco fabricantes desses produtos no Brasil, portanto, sempre há aumento no custo desses materiais", diz.
O valor da mão de obra também é destacado por Soncini como um dos motivos para o preço alto. "Tivemos dissídio em novembro e fomos obrigados a acrescentar isso no custo", afirma.
MAIS CARO - Com a revisão dos valores, a administradora Márcia da Costa Bonifácio, que encomendou móveis apenas para um dormitório e cozinha, gastou bem mais do que previa. Ela conta que pelos espaços, a empresa responsável pelos módulos cobrou R$ 35 mil. "Isso porque eu já tinha outros móveis que iriam ser usados. Achei realmente salgado", observa ela, que vive com o marido e a filha em um apartamento de 52 m² em Santo André.
Com pouco espaço na cozinha - que normalmente é o menor cômodo dos apartamentos - ela não teve alternativa a não ser fechar negócio. "Mesmo com os móveis planejados, quando eu entro na cozinha meu marido tem de sair. Não dava para arriscar outros móveis", conta.
Para evitar prejuízo, a melhor alternativa é gastar sola de sapato e pesquisar muito antes de fechar negócio. Só no Grande ABC são mais de 150 empresas cadastradas no sindicato de móveis. "Tudo depende da qualidade e do tipo de material escolhido pelo consumidor", alerta uma vendedora que prefere não se identificar.
Comentário de um leitor:
Numa dessas lojas tive um orçamento de 75mil iniciais, propus uma entrada de 10mil, e mais 10 parcelas, daí fui para um marceneiro e o preço caiu pra 20 mil, dá pra acreditar? Além disso, o material que oferecem é o MDF, no melhor dos casos, mas a maioria está vendendo o MDP, que nada mais é que o aglomerado arrumadinho.
Mobiliei meu ape de 85m², fiz a cozinha, dois quartos, área serviço e dois banheiros, cheios de armários, por 20mil, num marceneiro com o bom e velho compensado, não tem o glamour de uma dessas lojas "chics", mas ficou bom pacas! Fiz orçamento em 14 dessas lojas, com preços entre 75 a 35mil.
28/02/2011
Cuidados para envernizar madeira
De modo geral, os vernizes hoje são muito superiores aos produtos vendidos antigamente. Eles são quase à prova de erros na aplicação, e produzirão um belo e durável acabamento se aplicados com alguma técnica e sob condições razoáveis de trabalho.
Os profissionais de acabamento de madeira reconhecem a necessidade de prover o ambiente adequado para envernizamento, bem como de preparar corretamente a superfície de madeira para que o acabamento seja perfeito.
Condições adequadas para envernizar
A temperatura é, talvez, a preocupação mais importante. A superfície a ser envernizada deve estar, preferencialmente, entre 21°C e 27°C e nunca abaixo de 15°C. Calor é necessário para o verniz fluir adequadamente e facilitar a aplicação; o verniz em si deve estar nesta faixa de temperatura indicada para a madeira. Se o verniz foi resfriado durante o transporte ou armazenamento, nunca o utilize até que sua temperatura seja a indicada. O frio faz com que algumas das resinas e secantes dos vernizes solidifiquem. Para aquecer o verniz, é possível colocar a lata em um vasilhame com água quente. Este cuidado evita que ele esteja espigado, como 'grãos de areia', quando for aplicado na madeira.
Umidade do ar em excesso pode causar problemas ao trabalho. Dias quentes e úmidos, ou então frios e nublados, 'mofados', são muito duros com superfícies envernizadas e para a cura do verniz. Mantenha o ambiente fechado depois de aplicar o verniz, se o tempo mudar para umidade excessiva. A maior parte dos vernizes foi desenvolvida para serem aplicados sob condições normais de umidade; há vernizes que também oferecem excelente qualidade sob grande umidade, e devem ser escolhidos para as situações em que não se pode controlar o ambiente de aplicação.
Ventilação é muito importante porque o verniz seca com a evaporação de solventes voláteis e do thinner utilizado para afiná-lo, e usando o oxigênio do ar para curar. O ar de um ambiente fechado fica rapidamente carregado com os vapores dos solventes e a quantidade de oxigênio diminui bastante. Assim, quanto maior a troca do ar, ou seja, quanto mais a ventilação do ambiente, mais rápido o verniz seca. A ventilação deve ser fornecida sem jatos de ar direcionados para a superfície envernizada para evitar defeitos no acabamento.
Armazenagem e manuseio do verniz
Como o verniz trabalha melhor com temperaturas próximas a 26°C, esta também é a melhor temperatura para seu armazenamento. Mantê-lo longe de umidade e do alcance de animais e crianças são precauções que também devem ser tomadas.
Todas as latas de verniz que serão armazenadas por longos períodos devem estar cheias. Latas parcialmente vazias têm uma quantidade considerável de ar dentro e isto é suficiente para formar uma 'pele' na superfície do verniz, especialmente se a tampa é aberta várias vezes, renovando o ar dentro da lata. É evidente, também, que todas as latas de verniz devem ser mantidas bem fechadas o tempo todo. Se a superfície do verniz secou, todo o restante do verniz deve ser filtrado com um pano fino ao depositá-lo em uma nova lata.
Fazer o trabalho limpo
Vernizes de boa qualidades são completamente limpos quando saem da fábrica, e eles saem em latas limpas. Não é verdadeiramente difícil produzir uma superfície envernizada que é completamente livre de pó, grãos, serragem e outras imperfeições, se o aplicador treinar-se para fazer algumas pequenas tarefas. Ele deve ser 'chato e teimoso' quando o assunto é limpeza. Ele pode ter a peça e suas ferramentas 99% limpas, o problema é que o 1% sujo arruína todo o trabalho. São muitos os lugares onde a sujeira pode ficar armazenada, portanto uma limpeza constante e cuidadosa da área de trabalho e das ferramentas é fundamental. Para áreas onde é impossível garantir uma limpeza excelente, aplicar goma laca ou outro produto que prenda a sujeira que não pode ser completamente removida é um bom remédio.
Antes de começar a aplicação do verniz, o primeiro passo é checar se a superfície está limpa, perfeitamente sem partícula, e a limpeza final da superfície deve ser feita pouco antes do começar o envernizamento. Uma quantidade surpreendente de pó pode se acumular na madeira em um curto espaço de tempo, especialmente se muitas pessoas no ambiente de trabalho e ele está com as portas e janelas abertas.
O modo de limpar a madeira varia conforme o trabalho que está sendo feito. Depois de lixar a madeira, aspirar todo o pó é um bom começo. Para um trabalho de acabamento normal, esfregar um pano úmido com água solvente removerá o pó. Um resultado melhor é conseguido com um pano grudento: mergulhe um pedaço de pano em uma mistura de verniz bem diluído com thinner ou aguarrás e deixe que seque até que fique grudento e o verniz não solte do tecido. Esprema o pano depois de mergulhá-lo na mistura de verniz antes de deixá-lo secando. Esfregar a madeira com o pano grudento remove todo o pó.
Com a madeira perfeitamente limpa, o próximo lugar para procurar sujeira é o pincel que será utilizado. É impossível envernizar com um pincel usado com tinta ou outro material que não o verniz. É difícil fazer um trabalho limpo com um pincel novo, então sacuda o pincel e passe os dedos nas cerdas até que toda a sujeira e cerdas soltas sejam removidos, o que levará alguns minutos. Use este pincel para aplicar demãos iniciais de verniz, não a última demão, e que será a medida de todo o trabalho. Depois, limpe-o muito bem em aguarrás e, quando completamente limpo, será um excelente instrumento para envernizar. Molhe muito bem o pincel no verniz para começar o trabalho, mas tenha certeza de que não há verniz seco preso à parte superior das cerdas nem marcas de ferrugem no ferro que as prende ao cabo.
23/02/2011
Governo do Acre vai apoiar marceneiros
As dificuldades enfrentadas pelos marceneiros do Acre são as mais variadas. Vão desde a aquisição de matéria-prima para trabalhar até a qualificação da mão-de-obra, passando pela burocracia para legalizar as empresas e a alta carga tributária a que estão sujeitos. Tudo isso fez com que muitos marceneiros desistissem do negócio. Há dois anos, somente em Rio Branco eram mais de 700 profissionais trabalhando. Hoje, esse número não passa de 500.
“Tudo o que nós queremos nesse momento são as condições para legalizar nossas empresas e condições para comprar madeira, hoje uma das nossas maiores dificuldades”, afirma Nicor Barbosa do Nascimento, dono de uma marcenaria.
Mas nem tudo são problemas. O secretário de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia, Indústria e Comércio, Edvaldo Magalhães, apresentou aos marceneiros algumas propostas para começar a pensar a política a ser desenvolvida pelo governo do Estado. A primeira questão, enfatiza, está ligada à possibilidade de aquisição de suprimento por parte dos marceneiros.
Atualmente, eles chegam a pagar entre 350 e 700 reais pelo metro cúbico da madeira. “Precisamos pensar numa política de, sem esquecer dos grandes empreendimentos, ajudar quem mais precisa, que são os pequenos empresários”, enfatizou o secretário.
Outro ponto a ser pensando pelo governo é a política de licenciamento, sem a qual os marceneiros não podem obter a madeira para fabricar os móveis. E o terceiro ponto está ligado à questão da compra governamental. O secretário informou aos representantes do setor moveleiro que não se trata de qualquer compra, mas uma política que leve em conta a distribuição justa entre os pequenos empresários.
Um outro ponto ainda foi colocado pelo secretário Edvaldo Magalhães, que está ligado ao endereço. Uma parte dos problemas dos marceneiros se resolve hoje com o que se chama de mudança de endereço. Embora a maior parte não se beneficie diretamente com a proposta, a outros interessa ter um local para se adequar às exigências dos órgãos ambientais.
Ao secretário, os marceneiros relataram que o setor está desestimulado exatamente por falta de uma política para o setor. “Não vamos apresentar uma solução única, pois precisamos discutir uma solução para o pequeno, para o médio e também para o pequeno empreendedor”, afirmou o secretário Edvaldo Magalhães.
Encontro em março
Para definir uma política para o setor moveleiro, o governo do Estado estará realizando na primeira semana de março um encontro com todos os marceneiros do Acre. A ideia, segundo o secretário Edvaldo Magalhães, é reunir profissionais de todos os municípios, desde Santa Rosa até Assis Brasil. O governador Tião Viana (PT) participará do encontro, que terá ainda a participação do Imac, do Ibama, de representantes das prefeituras, do Ministério Público e até da polícia florestal.
“O que nós precisamos fazer com os marceneiros do nosso Estado nesse primeiro momento é um pacto de reanimação para que eles possam ter orgulho da profissão e possam voltar a ter dignidade como cidadãos e trabalhadores”, fez questão de dizer Edvaldo Magalhães.
03/02/2011
Moveleiras de Santa Catarina mudam a estratégia e apostam no mercado interno em 2011
O setor moveleiro de Santa Catarina, maior exportador do Brasil no segmento, aposta cada vez mais no mercado doméstico. O presidente da Câmara de Desenvolvimento da Indústria do Mobiliário da Fiesc, Arnaldo Huebl, afirma que a estratégia se deve à desvalorização do dólar, que dificulta as exportações. "Sentimos que os empresários estão focando no mercado interno, pois as empresas precisam de caixa e a taxa de câmbio não favorece. Está difícil competir com o mundo", disse.
Em 2009, o crescimento das vendas no mercado doméstico foi de 5,2% em comparação com 2008. Em 2010, até outubro, a expansão chega a 20% em relação ao mesmo período no ano anterior.
Santa Catarina exportou em 2009 US$ 260 milhões em móveis. O número representa 31% do total exportado pelo setor no Brasil. Esta participação até 2005 passava de 40% (US$ 449 milhões). Os embarques do segmento de janeiro a novembro de 2010 somaram US$ 247,9 milhões. Os principais compradores são Estados Unidos, França, Reino Unido, Holanda, Espanha e Alemanha.
Para Huebl, o câmbio não evolui e os incentivos fiscais não estão aparecendo. Enquanto isso, os concorrentes em outros países estão recebendo benefícios. Ele acredita que a virada para o mercado interno é positiva, mas o trabalho realizado há dez anos para conquistar clientes internacionais está se "perdendo".
A indústria do mobiliário emprega 26 mil trabalhadores nos dois mil estabelecimentos situados no estado. Em 2005 o setor gerava 37 mil empregos. O número de vagas no setor caiu 30%. São Bento do Sul e Rio Negrinho são as cidades com maior concentração de empresas. Já o oeste se destaca como o segundo maior polo fabricante de móveis do estado.
Fonte: Folhablu.
31/01/2011
Móveis na feira
O alto ritmo de vendas do setor moveleiro aumenta as expectativas para a oitava edição da Feira de Móveis do Paraná (Movelpar), que será realizada entre 14 e 18 de março em Arapongas (Norte do estado). Os organizadores contam com um volume de negócios superior a R$ 450 milhões, considerando compras realizadas durante e após o evento. Wanderley Vaz de Lima (foto), presidente da Expoara, disse ao repórter Marcus Ayres que a feira será palco dos principais lançamentos, atraindo cerca de 40 mil pessoas.
A que se deve a boa fase do setor moveleiro?
O setor está aquecido devido ao crescimento da construção civil e à ampliação do poder de consumo do brasileiro. A feira será um balizador do comportamento do setor moveleiro no país. O que já registramos até agora foi uma procura superior de espaços expositivos pelas indústrias, demonstrando que o setor prevê aumentar a produção.
A produção deve aumentar em 2011?
Segundo a Abimóvel [Associação Brasileira do Mobiliário], o setor moveleiro cresceu cerca de 13% no ano passado, recuperando-se em relação ao cenário de 2008. A perspectiva para 2011 é de um crescimento real de 10%.
Qual o perfil dos expositores da Movelpar?
Teremos 180 expositores de vários polos moveleiros representando os diversos segmentos de mercado. Entre os visitantes, estarão os 150 maiores lojistas do país, convidados especiais do evento. A Movelpar trará ainda compradores internacionais, que participarão de rodadas de negócios com os expositores da feira. A iniciativa é coordenada pelo Sima [Sindicato das Indústrias de Móveis de Arapongas] e visa estimular negócios com o mercado externo e ampliação de mercados para a indústria nacional.
Para auxiliar o lojista a vender, a Movelpar está investindo na formatação de uma loja-conceito. Como será?
É um projeto inédito que vai mostrar como melhorar o posicionamento de produtos nas lojas, incluindo layout interno, iluminação, disposição dos móveis, ambientação, entre outros itens que favoreçam a venda. O lojista terá informações adicionais sobre como tirar melhor proveito na exposição do mobiliário, de forma a atender melhor o seu consumidor.
Quais os outros destaques neste ano?
O evento vai expor protótipos de móveis com foco no design voltado a atender às necessidades da família brasileira, sugeridos por profissionais da área participantes da quinta edição do Prêmio Design Movelpar. O concurso evidencia avanços no design para o consumidor em geral, destacando tanto para a indústria quanto para o lojista a importância de oferecer ao consumidor produtos adaptados à sua realidade de moradia, mas que também atendam ao seu desejo de consumo.
Fonte: Gazeta do povo
31/01/2011
Movergs e Multiplus fecham acordo para feira no Anhembi
Ivo Cansan, presidente da Movergs, e Augusto Balieiro, diretor da Multiplus,assinam contrato para cinco edições da Brasil Móveis, no Anhembi
Fabricantes de móveis recebem até 2019 a nova Feira Brasil Móveis, em São Paulo, organizada por entidade e promotora de referência no setor moveleiro
A Movergs – Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul e a Multiplus Feiras e Eventos fecharam acordo comercial para a realização de cinco edições da Brasil Móveis, sucessora do Salão Abimóvel, entre os dias de 9 e 12 de agosto, no Anhembi, em São Paulo. A entidade é realizadora de uma das maiores feiras da cadeia produtiva de madeira e móveis na América Latina, a FIMMA Brasil, e a promotora organiza o maior encontro mundial do setor sucroenergético, a Fenasucro&Agrocana, e duas das maiores feiras para o setor moveleiro, a Movexpo, no nordeste do país, e a Movinter, no interior paulista.
A reunião aconteceu no último dia 20, em Bento Gonçalves (RS), sede da entidade, e foram discutidos, entre outros assuntos, os tópicos de definição e a assinatura do contrato, os critérios de comercialização, estratégias para a divulgação da Feira nos polos moveleiros do Brasil, e etc. A venda dos espaços, assim como a renovação dos contratos já existentes desde 2009, será dividida entre a entidade e a promotora, sendo que a primeira cuidará da comercialização nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e a segunda será responsável pelos demais estados brasileiros.
Haverá, ainda em janeiro e fevereiro, um trabalho de divulgação da Brasil Móveis junto aos polos moveleiros do país. Após essa apresentação, a Movergers e a Multiplus realizarão um evento de lançamento da nova Feira.
Ivo Cansan, presidente da Movergs, ressalta que a Feira tem o apoio de todos os polos moveleiros. “Salientamos que é de supra importância a participação e o envolvimento de toda a cadeia produtiva moveleira nacional, pois faremos deste evento mais um grande encontro de negócios para o setor moveleiro e não mediremos esforços para alcançar o sucesso do evento,” afirma Cansan.
Obtenha mais informações sobre a Brasil Móveis – Feira Internacional de Móveis nos seguintes contatos:
Movergs - (Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul)
Contato: Deyvi Santarosa – Tel.: (54) 2102-2450 –
brasilmoveis@movergs.com.br
Multiplus Feiras e Eventos
Contato: Reginaldo Matheucci– Tel.: (19) 9166-2436 – (19) 3413-3317 -
reginaldo@multicontato.com.br
28/01/2011
Exportações do moveleiro de Bento crescem mais que Estado
Município é responsável por 42% da produção de móveis do Rio Grande do Sul. Indústria moveleira no município é responsável por 70% da economia local.
Responsável pelo maior faturamento e empregabilidade entre os polos moveleiros do país, Bento Gonçalves registrou desempenho positivo nos mercados interno e externo em 2010. As informações são da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul. Os números mostram que o faturamento total da indústria moveleira do município serrano somou R$ 2,05 bilhões. No comparativo com o ano de 2009, o aumento registrado é de 17%. Bento é responsável por 42% da produção de móveis do Rio Grande do Sul. E a indústria moveleira no município é responsável por 70% da economia local.
Nas exportações, o polo superou o crescimento do Estado. Enquanto o Rio Grande do Sul cresceu 5,5% em relação ao ano anterior, Bento Gonçalves registrou aumento de 10,5% em relação a 2009. Responsável por 30% da exportação gaúcha e 8% da brasileira, o setor vive a expectativa de um crescimento ainda maior para 2011. Algo entre 10 e 15%.
Força consolidada
A região sedia 300 empresas moveleiras, grande com marcas de referência no mercado brasileiro, elevando o nível do móvel produzido no país. Uma das inovações que a indústria de Bento Gonçalves levou para o restante do Brasil é o sistema de lojas próprias. A ação resultou na construção de marcas fortes como SCA, Todeschini, Dell Anno, Favorita, New, Bentec, Cenci, Evviva e Manfroi, que hoje somam cerca de duas mil unidades espalhadas pelos 26 estados brasileiros e pelo Distrito Federal.
Para a direção do Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis), o diferencial do polo de Bento Gonçalves é o parque produtivo completo, uma rede versátil de fornecedores e os centros tecnológicos que dão suporte a atividades de pesquisa e desenvolvimento, além de instituições voltadas para a formação de recursos humanos qualificados. O presidente Glademir Ferrari destaca o desafio para o setor em 2011: a aposta em design. “Assim, seremos cada vez mais reconhecidos pela excelência da produção moveleira da região, conquistando maior espaço no mercado internacional”, reforça.
Fonte: Turismo Bento
25/01/2011
Empresa de móveis sob medida cria certificado de garantia
Autor: Talita Garcia
A empreendedora Marli Barea, de Bom Jesus do Oeste, em Santa Catarina, integra o grupo de empresários da indústria moveleira catarinense que tem aos poucos incorporado a teoria e a prática da inteligência competitiva (IC) na gestão dos negócios. Marli, o marido e os dois filhos do casal comandam na cidade a BM, micro empresa de móveis sob medida que há três anos participa do Sistema de Inteligência Competitiva Setorial do SEBRAE/SC, o SIS. É no dia-a-dia que eles sentem os resultados práticos proporcionados pelo projeto.
Em 2010, Marli decidiu que era hora de resolver de uma vez por todas uma questão que volta e meia batia a sua porta. Sem conhecimento sobre as regras para elaboração e emissão de certificados de garantia, ela se via obrigada a atender constantemente a reclamações de clientes sobre móveis danificados em função do tempo de uso ou quebrados.
- Chegavam a nos pedir que consertássemos produtos vendidos há quase dez anos. A gente então dispensava tempo e pessoal nessas tarefas – enfatiza Marli. A solução para o problema veio através do SIS. Uma das facilidades que o projeto oferece aos assinantes é a solicitação de relatórios sobre temas que possam influenciar a competitividade das empresas do setor.
A BM, então, não perdeu tempo e encomendou um documento específico sobre certificados de garantia, que trouxe explicações a cerca da legislação que regulamenta o assunto no Brasil e um passo-a-passo que auxiliou a empresa a fazer seu próprio certificado.
- Contratamos um advogado e levamos a idéia adiante. Hoje oferecemos aos clientes um certificado de garantia de três meses para cada compra efetuada – explica a empresária.
Para Airton Rigotto, consultor do SEBRAE/SC que orientou a BM na empreitada, a iniciativa de Marli já influenciou de forma positiva os demais empresários da região:
- A BM é mais um exemplo do que o SIS pode fazer pelos moveleiros catarinenses. Há outras empresas utilizando a mesma informação. Pretendemos divulgar o relatório sobre certificados através da Amoesc/Simovale [a Associação dos Moveleiros e Madeireiros do Oeste] para que mais firmas sejam incentivadas a tomar a mesma atitude - comemora Rigotto.
O gestor local do APL das Indústrias de Madeira/Móveis do Oeste catarinense, Arildo Jacóbus, concorda:
- Os casos de sucesso do SIS provocam um efeito em cascata. Os empresários se inspiram nas histórias que deram certo e passam a promover mudanças nas suas próprias empresas.
A BM emprega, além da família Barea, outros cinco funcionários. Quem assina o design dos móveis é Sandra, filha de Marli. De acordo com ela, os produtos têm como clientela foco a classe B. Além de acessarem diariamente o portal do SIS na internet para se inteirar sobre as novidades para o setor, mãe, pai e filhos buscam aperfeiçoamento constante, por meio dos cursos, treinamentos e palestras promovidos pelo SEBRAE/SC.
30/11/2010
Marcenaria do Marcelo se destaca entre as melhores empresas e conquista Mérito Empresarial
Unaí, 26 de novembro de 2010 - A Marcenaria do Marcelo também está entre as melhores empresas de 2010.
Há 16 anos fabricando móveis modulados e planejados para casas e escritórios, a Marcenaria do Marcelo recebeu com prazer o certificado de Mérito Empresarial ontem, 25 de novembro, durante a premiação dos Melhores do Ano, evento realizado anualmente pela ACIU/CDL com o aval da Federaminas.
A empresa dirigida por Marcelo de Almeida e Vanessa Ramos emprega diretamente 46 colaboradores, que somados a muita dedicação e trabalho resultam em excelência em qualidade dos serviços prestados.
"Temos muito a agradecer à aqueles que nos escolheram durante a pesquisa nos concedendo o título de melhor do ano. Aos nossos clientes e a população em geral,o nosso muito obrigado pelo reconhecimento", relata Marcelo que já recebeu méritos semelhantes, reforçando a preferência da população pelos serviços da Marcenaria do Marcelo.
O empresário Marcelo de Almeida foi destacado pela ACIU/CDL durante o importante evento por ter recebido recentemente o prêmio "Melhor Empresário do Ano" concedido pela FEDERAMINAS, um dos títulos mais almejados pelo empresariado de Minas Gerais.
No centro da foto, o casal Marcelo de Almeida e Vanessa Ramos recebendo o prêmio Mérito Empresarial
23/11/2010
Marceneiro cria caixões exclusivos
Um marceneiro de Gana está revolucionando o mercado funerário mundial. Ele está fabricando caixões em formato de animais e objetos e já tem mais de 300 encomendas para o ano que vem.
O nome do criativo marceneiro é Eric Adjetey Anang, de 25 anos, e aprendeu o seu ofício com seu avô, em 1950. De acordo com a ‘CNN', os caixões tornaram-se tão populares que Eric faz exportação para países como Estados Unidos, Canadá, Bélgica, Espanha e Coréia do Sul.
A ideia surgiu após o falecimento do avô que, segundo Eric, "gostava muito de viajar, por isso, assim que tive oportunidade fiz-lhe um caixão-avião para que ele pudesse viajar mesmo depois da morte". "Alguns dos projetos são muito simbólicos, um advogado que pede um caixão-tartaruga ou um caixão-lesma porque apesar de se mover lentamente chega sempre ao seu destino", afirmou o fabricante.
Se fosse escolher o próprio caixão ele faria em um formato de avião ou martelo, e explica "é o que eu faço".
14/10/2010
Grupo Bigfer realiza visita a Alemanha em ação especial com seus clientes.
28 clientes visitam cidades da Alemanha e as fábricas da Hettich
28 de setembro 2010, Curitiba. Com o objetivo de promover uma ação de integração com seus clientes, o Grupo Bigfer que é detentor da marca Hettich no Brasil, realizou uma viagem à Alemanha entre os dias 13 e 24 de setembro.
Ao todo, 28 clientes tiveram a oportunidade de conhecer as fábricas de dobradiças, gavetas, corrediças, centro logístico e show rooms Hettich, além de visitar clientes e lojas nas cidades de Bielefeld, Herford, Kirchlenger, Berlim entre outras.
Segundo Mauricio Alexandrini diretor do Grupo Bigfer, com esta viagem tornou-se possível fortalecer a marca Hettich entre os clientes no Brasil, assim como divulgar novas tecnologias em ferragens e ainda fazer o benchmarking com os fabricantes europeus.
Clientes que participaram da viagem.
Foto: Grupo Bigfer/Hettich
01/10/2010
Prefeitura de Diadema lança projeto Escola de Marcenaria
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho de Diadema lançou, dia 1º de outubro, o projeto Escola de Marcenaria, que irá capacitar jovens entre 18 e 24 anos. O evento contou com as presenças do prefeito de Diadema, Mário Reali, do secretário de Desenvolvimento Econômico, Luis Paulo Bresciani, e de representantes de sindicatos, empresas e entidades parceiras no projeto.
Inicialmente, o Escola de Marcenaria irá funcionar com duas classe piloto - uma de manhã e outra á tarde com 12 alunos cada. Os estudantes vão freqüentar o curso assistente de marcenaria que terá 220 horas/aula com aprendizado da parte teórica e prática. A capacitação é gratuita e quando os alunos concluírem o aprendizado serão encaminhados para vagas nas indústrias moveleiras que formam um importante polo de produção no ABCD.
Segundo o secretário Luis Paulo Bresciani o projeto Escola de Marcenaria representa um porta de entrada para que os jovens ingressem no mercado de trabalho. Segundo Bresciani, a intenção é iniciar com duas turmas e capacitar os alunos para atender demandas das fábricas de móveis de Diadema e região, além do mercado da construção civil. O secretário ressalta ainda que o curso é um estímulo para que os jovens busquem, posteriormente, mais capacitação nos dois segmentos.
Fonte: Diário do Grande ABC
12/08/2010
Marceneiro cria carro de madeira com motor V8
Obra de americano está à venda na internet
Este não é um carrinho de brinquedo. Embora pudesse bem ser, já que toda a sua carroceria é feita de madeira. A obra é resultado do trabalho de um construtor de móveis, que colocou o modelo à venda no site de leilões eBay. "Muito raro", descreve o anúncio, que esclarece que o automóvel anda como qualquer outro. O capô envernizado esconde um motor Chrysler 318 V8, e a estrutura utilizada para a obra foi a de uma caminhonete Toyota 1986.
O interior também é de madeira, embora os bancos tenham sido mantidos com espuma e tecido, a fim de garantir conforto aos ocupantes. Segundo o anunciante, o carro levou quase dois anos para ser feito e já rodou quase 3 mil quilômetros desde que foi finalizado, em 2009. Para os interessados, a oferta para garantir o leilão está atualmente em US$ 6.100 (cerca de R$ 11 mil).
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/0,,EMI162294-10142,00.html
10/08/2010
Tangará da Serra fomenta Setor de Marcenaria da cidade
A secretaria de Indústria, Comércio e Serviços de Tangará da Serra (MT) em parceria com o SEBRAE esta fomentando o setor moveleiro da cidade, formado basicamente de marcenarias. Algumas ações já aconteceram, como a realização de um censo econômico do setor e a missão técnica a Brasília para visitar e realizar negócios na Feira de Móveis MADEMOVEL.
Dando prosseguimento a este projeto, através das demandas apresentadas pelos empresários, os parceiros estarão realizando qualificações através dos seguintes cursos: Programa de Melhoria do Processo Produtivo - Chão de Fábrica e Programa Oficina de Custos e Precificação.
Programa de Melhoria do Processo Produtivo - Chão de Fábrica:
Carga horária: 120 horas no local.
Primeira Visita: 40 horas - no período de 09 a 13/08/2010.
Segunda Visita: 40 horas - no período de 13 a 17/09/2010.
Terceira Visita: 40 horas - no período de 18 a 22/10/2010.
Programação do Curso Chão de Fábrica Primeira Visita:
09/08 - Madeira Bonita
09/08 - Magrão Serralheria
10/08 - TMA Tangará Móveis
10/08 - Alvorada Madeiras
11/08 - Iluminata Móveis Planejados
11/08 - São Francisco Mov e Decoração
12/08 - House Móveis
12/08 - Móveis Centro Oeste
13/08 - Radani Móveis e Decorações
13/08 - Sob Medida Móveis e Pedras
Carga horária da oficina: 03 horas
Consultoria no local: 70 horas 07 horas para cada empresa participante
Primeira Visita: 3 horas Semana de Realização da Oficina período alternado com o chão de fábrica.
Segunda Visita: 2 horas 01 mês após a primeira visita - período alternado com o chão de fábrica.
Terceira Visita: 2 horas 01 mês após a segunda visita - período alternado com o chão de fábrica.
16/07/2010
Construtora Baggio tem parceria exclusiva em móveis sob medida
Especializada em obras personalizadas, a Construtora Baggio conta com um mix experiente e qualificado de parceiros nas áreas da construção civil e da arquitetura. A Marcenaria Mundus Novus é a parceira exclusiva da construtora no setor de móveis sob medida, uma opção perfeita para quem busca projetos versáteis, funcionais e com acabamentos de qualidade.
A Mundus Novus desenvolve e executa projetos no Paraná, em Santa Catarina, São Paulo e no Rio de Janeiro. O grande diferencial da marcenaria é a personalização do produto. "Os móveis modulados são produzidos em série e apresentam padrões pré-determinados. Já as peças de marcenaria traduzem o perfil do cliente, a sua identidade", explica Avonir Funes, diretor da empresa.
A produção de móveis de marcenaria também se diferencia dos modulados pela flexibilidade na utilização dos materiais, como madeira maciça, MDF, vidro, metal, couro e pedra. Outro ponto a ser destacado é a otimização dos ambientes. "Criamos projetos que se adaptem da melhor maneira possível ao espaço disponível, sempre com a máxima funcionalidade", afirma Avonir.
02/07/2010
Setor de Marcenaria promove neste mês a 'Mostra de Móveis de Uberaba'
A comunidade da cidade e região tem a oportunidade de conferir, entre os dias 14 e 18 de julho, a "Mostra de Móveis de Uberaba". O evento será realizado no Shopping Center Uberaba. O presidente do Sindicato das Indústrias de Marcenaria, Carpintaria e Serraria (Sindimov), José Flávio Zago, aposta no sucesso dessa mostra.
Depois do fortalecimento do polo de móveis no município, que ocorreu também devido à atuação do Sindimov, o ramo não parou de prosperar. Hoje o setor trabalha ativamente, visando estimular as atividades que lhe competem e se colocando à disposição da população.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), a partir do crescimento do polo de móveis, vem implementando esforços para criar um ambiente favorável ao desenvolvimento dos negócios nas diversas regiões de Minas Gerais, sem contar a conduta de ações para incrementar as atividades produtivas.
O setor de móveis também pode ser relacionado com a política de fortalecimento competitivo da estrutura produtiva de Minas Gerais, uma vez que ela insere como uma de suas linhas horizontais de ação estratégica as ações de incremento de competitividades dos Arranjos Produtivos Moveleiros (APLs). Para dar ênfase à questão, um dos melhores exemplos setoriais de APLs em Minas Gerais pode ser encontrado na indústria moveleira, por esta ser a grande geradora de empregos e rendas em diferentes espaços regionais, os quais têm conquistado o reconhecimento do público consumidor.
O Arranjo Produtivo Moveleiro de Uberaba está entre aqueles que mais estão se destacando nos últimos meses e, com isso, a Sede, em parceria com o Sistema Fiemg e o Sindimov, participa da estratégia da mostra de móveis com lançamento de catálogo que apresenta as empresas Móveis Basílio, Bramelo, Ciriani, Crozara, Gran Design, MRJ Marcenaria, Pica-pau Marcenaria, Marcenaria Santa Rosa, Talaricos, Movelaria Tirense e Mobilifício Zago.
O Sindicato das Indústrias de Marcenaria, Carpintaria e Serraria de Uberaba está presente na cidade e região desde o ano de 1989.
29/06/2010
Marceneiro faz peças milimétricas com o tema da Copa 2010 da África
O marceneiro de acabamentos e miniaturista por hobby Vicente Mendonça Filho, de 49 anos, antenado com a atualidade, não podia deixar de fazer trabalhos inspirados na Copa do Mundo da África do Sul. Dessa vez, ele produziu uniformes da Seleção Brasileira, estádio de futebol, taças, chuteiras e bolas de futebol de um milímetro.
As miniaturas são, milimetricamente, esculpidas em madeira, ferro e plástico e a maioria das peças mede entre 2mm e 5cm, mas a paciência e a sensibilidade são suas principais ferramentas para o feitio das esculturas. Os dois uniformes da Seleção (amarelo e azul) medem cerca de 5cm e foram feitos de tecido e de papel. Já os estádios foram trabalhados em madeira e plástico e medem de 1cm a 5 cm.
As sete taças, feitas de madeira esculpida, sendo algumas em palito de dente – representam o pentacampeonato na Copa sediada pela Coréia do Sul e Japão, em 2002, e o tricampeonato na Copa do México em 1970. Para completar a coleção do mundial, ele ainda fez três pares de chuteiras em napa, do tamanho de uma unha, e sete bolas de futebol, incluindo a jabulani, trabalhadas em plástico, sendo a menor de 1mm. Sete vuvuzelas de plástico, que medem o tamanho de uma unha ao de um grão de feijão, fecham o conjunto de obras com tema da Copa.
"Escolhi fazer miniaturas inspiradas na Copa porque gosto de representar o cotidiano nas minhas obras. Desde o mundial de 2002, que trabalho este tema. Para cada objeto levo, em média, um dia e meio para concluir. Mas posso dizer que o que mais me deu trabalho foi a chuteira, pois tem muitos detalhes, como as travas", explicou Vicente.
História – Vicente é responsável por mais de 2,5 mil peças que o deixou conhecido pelo mundo. Ele já bateu o recorde no RankBrasil, em 2004, com quadra de vôlei na cabeça de um alfinete, com 2mm por 1mm. Em 2007, ele bateu, novamente, o recorde quando construiu um lápis de apenas 3mm (o menor do mundo).
17/06/2010
Marcenaria Comunitária em Fortaleza
A Associação dos Moradores do Conjunto São João, Guajeru, em Fortaleza (CE) recebeu a Marcenaria Comunitária, mais um projeto beneficiado pelo Programa Luz Solidária, da Coelce. Com recursos da ordem de R$ 18 mil provenientes do programa, a iniciativa vai gerar renda para dezenas de famílias daquela comunidade com rendimentos inferiores a um salário mínimo. Com esse, chega a 15 o número de projetos do Luz Solidária inaugurados oficialmente. Ao todo, 23 boas idéias de comunidades do Ceará estão cadastradas no programa.
A proposta desse projeto é promover o desenvolvimento socioeconômico das famílias residentes na comunidade do Guajerú, por meio da estruturação de um empreendimento solidário voltado à fabricação de móveis, grades, brinquedos, entre outras peças em madeira, tendo como eixo transversal a preservação ambiental. As ações previstas pelo projeto têm como objetivo a redução das dificuldades socioeconômicas da comunidade por meio da geração de renda.
Para isso, serão desenvolvidas alternativas concretas de inclusão social por meio da qualificação profissional, organização comunitária e consciência ambiental, tendo como pilares as práticas do cooperativismo e do associativismo. Inicialmente, 20 jovens com idade igual ou superior a 16 anos serão beneficiados.
Atrelando a evolução das técnicas de marcenaria à tendência contemporânea em zelar pela preservação do meio ambiente, a Marcenaria Comunitária buscará, a partir da reutilização da madeira de caixas de transformadores e isoladores atualmente descartada, estruturar uma unidade fabril de móveis, brinquedos e demais artefatos de madeira na comunidade do Guajerú. A iniciativa, além de garantir a reciclagem do resíduo ora descartado, fomentará o processo de geração de renda para as famílias da comunidade que se encontram em processo de risco e de vulnerabilidade social.
As ações em desenvolvimento são: estruturação de uma unidade produtora de artigos em madeira; qualificação de grupo produtivo para fabricação de móveis e utensílios, com a realização de cursos técnicos de marcenaria prática com carga horária de 48h/aula; e garantia da sustentabilidade do negócio, com ações de venda, formação de preços, controle da qualidade, administração e planejamento financeiro e captação de recursos e parcerias.
Além do pagamento dos profissionais envolvidos no projeto, os recursos destinados à iniciativa estão sendo usados para compra de material de escritório, matéria prima – MDF, verniz, tinta, ferramentas etc. –, reforma do espaço físico, entre outros custos e investimentos.
Para participar do projeto, basta procurar uma das lojas Macavi em todo o Estado, conhecer o programa, escolher o eletrodoméstico e um dos projetos sociais e solicitar o desconto. Os clientes que adquirirem equipamentos novos e eficientes por meio do Luz Solidária entregarão o equipamento antigo, que será 100% reciclado.